Artigos

LGPD na Câmara Municipal: segurança e proteção dos dados legislativos

LGPD na Câmara Municipal: segurança e proteção dos dados legislativos

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) também se aplica ao poder público. A Câmara Municipal lida diariamente com dados de cidadãos, servidores e parlamentares — e precisa garantir que essas informações sejam tratadas com segurança e responsabilidade.

O que a LGPD exige do legislativo

  1. Tratar dados pessoais com finalidade legítima e transparência;
  2. Controlar quem acessa cada informação;
  3. Registrar e poder auditar as operações realizadas;
  4. Adotar medidas técnicas de segurança da informação.

Como o sistema protege os dados

O OK Legis foi pensado com a conformidade em mente. Entre os recursos que ajudam a Câmara a cumprir a LGPD:

  1. Trilha de auditoria: registro detalhado de todas as ações — quem fez o quê e quando;
  2. Permissionamento granular: cada perfil (mesa diretora, secretaria, comissões, parlamentares) acessa apenas o que lhe compete;
  3. Sigilo de documentos sensíveis: possibilidade de ocultar conteúdos conforme a necessidade;
  4. Assinatura digital ICP-Brasil (A1): garantia de autenticidade e integridade dos documentos.

Nuvem ou servidor local — com segurança

O sistema roda tanto na nuvem quanto no servidor local da Câmara, evitando paralisações por queda de internet. Mesmo operando localmente, os dados permanecem acessíveis pela nuvem de forma segura. A hospedagem em território nacional e a conexão criptografada (SSL/HTTPS) completam a proteção.

Conformidade é continuidade

Investir em segurança da informação não é apenas cumprir a lei — é proteger a instituição e a confiança do cidadão. Com as ferramentas certas, a Câmara moderniza sua gestão e se mantém em conformidade com a LGPD de ponta a ponta.